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Duration2:53

Fado Negro das Mãos Calejadas

Lúcia das Sombras do Tejo

Fado

About

Uma fadista com vocais expressivos e cheios de emoção interpreta esta peça melancólica, acompanhada pelo dedilhado intrincado da guitarra portuguesa e o ritmo subtil da viola da fado. A melodia nostálgica evoca a saudade profunda de um amor perdido nas ruas frias de Lisboa, com strumming acústico íntimo e rubato que intensifica o sentimento de dor e destino cruel. Produção acústica crua cria uma atmosfera de sala de fado ao vivo, imersiva e comovente.

Lyrics

Intro

Ó saudade que me aperta o peito, Noite escura sem teu calor.

Verse

Lembro o teu riso no vento do mar, Mãos calejadas da miséria a trabalhar. O destino cruel nos separou, Tu partiste e eu fiquei a chorar. Nas ruas frias, o coração partido, Pobreza que rói como fome antiga. Fado negro que me veste de dor, Amor perdido no breu da alvorada.

Guitar Solo
Verse

Volta, meu bem, que o tempo não perdoa, Esta alma nua clama por ti. O mar levou-te em ondas de adeus, E eu aqui, só com sombras a seguir. Saudade que fura como navalha fina, Vida de lágrimas, sem amanhã. Ó fado amargo, por que me castigas? Sem teu abraço, só resta o fim.

Outro

Saudade eterna, ó meu grande mal, Morro devagar no teu cantar.

Fado Negro das Mãos Calejadas

Lúcia das Sombras do Tejo

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Fado Negro das Mãos Calejadas by Lúcia das Sombras do Tejo | EchoLoRA: Generate a Song with AI